A Fonte Luminosa, Parnarama-MA

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domingo, 18 de dezembro de 2011

    A carta de Clay Lago ao PDT

    A Carta que a Clay enviará na segunda-feira à Executiva Nacional do PDT merece reflexão de todos nós.



    Clay Lago

    Estamos num momento crucial para o nosso partido, tanto aqui como no Brasil.

    Ou o PDT se volta aos seus princípios democráticos e trabalhistas, ou se afundará nas armadilhas da política convencional e fisiológica.
    O PDT foi fundado após a perda da sigla do PTB para a Ivete Vargas, numa manobra que o intelectual pró-militar Golbery teve influência preponderante. Em 1982, pelos rigores da lei eleitoral, um partido político brasileiro deveria existir em 9 estados.
    O PDT maranhense foi um dêles. Articulado por Jackson Lago e Neiva Moreira, teve a participação do jornalista Reginaldo Telles como candidato a governador e Clay Lago como candidata a senadora. Lembro-me, ainda hoje, das “operações formiga”, nas quais íamos de casa em casa levando os panfletos e falando dos candidatos do PDT.
    Apesar de termos visitado quase toda a cidade de São Luis, o resultado foi desastroso pela cláusula do voto vinculado, que impunha o voto em todos os candidatos, de vereador a governador, de um mesmo partido.
    Mas, o PDT cresceu, disputou a eleição de 1985, ficando em terceiro lugar. E, em 1988, numa aliança político-eleitoral com outras forças políticas, dentre elas as lideranças de Haroldo Sabóia e Jaime Santana, juntaram forças para a primeira vitória de Jackson Lago à prefeitura de São Luis.
    Um marco em nossa história política e eleitoral!
    Foi uma administração de êxitos, a qual devolveu um certo sentimento de orgulho à população. Revitalizou-se muitos serviços e criou-se as condições de avançarmos nas áreas de educação, saúde e infra-estrutura.
    Em 1998, Clay Lago foi candidata à vice-governadora, numa aliança eleitoral entre Jackson Lago-PDT, e o então candidato a governador, Epitácio Cafeteira.

    Carta de Clay Lago à Executiva Nacional do PDT

    É na condição de fundadora, militante, colaboradora em todos os momentos da vida política do PDT e companheira de Jackson Lago que, antes mesmo da fundação do partido, esteve engajada, sob a liderança histórica de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro e Neiva Moreira, entre outros, na construção desta legenda, venho manifestar minha preocupação e surpresa diante dos rumos que vem tomando a nossa vida partidária no Estado do Maranhão.
    Sou testemunha do esforço realizado sob a liderança de Igor Lago, no sentido da reorganização do PDT no Maranhão, após o desaparecimento físico daquele que sempre conduziu, com determinação e compromissos, as causas populares e democráticas, particularmente no combate ao Maranhão oligárquico. Foram décadas de lutas travadas que legitimaram a legenda do PDT que, sob a liderança do Jackson, governou por três vezes a cidade de São Luís e o Estado, quando neste cargo foi retirado através de um golpe político-judicial. Não é, portanto, segredo para nenhum maranhense e nenhum brasileiro que Jackson teve que enfrentar todos os poderes constituídos da República para manter a coerência política e ética de sua vida. 

    Em nota, CPI afirma continuidade da investigação sobre convênios


    Da Assecom/Gab. do Dep. Roberto Costa

             A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o destino de recursos repassados à Prefeitura de São Luís, através de convênios celebrados com o governo do Estado em 2009, divulgou nota de esclarecimento para reafirmar que os trabalhos de investigação continuam, mesmo diante da recente decisão do juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública, Megbel Abdalla, que determinou que a prefeitura devolva o dinheiro de três convênios (004/2009, 005/2009 e 007/2009), no valor de R$ 73,5 milhões, os mesmos que são objeto de apuração da CPI. A nota é assinada pelo presidente, vice-presidente e relator da comissão, os deputados Magno Bacelar (PV), Rogério Cafeteira (PMN) e Roberto Costa (PMDB), respectivamente, e diz que a decisão do juiz “só reforça a razão de ser da CPI”.
    Veja a íntegra da nota.
    NOTA DE ESCLARECIMENTO
    Esclarecemos, por meio dessa nota, que a Comissão Parlamentar de Inquérito, recentemente instalada na Assembleia Legislativa do Maranhão, continua com as investigações mesmo depois da decisão do juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública, Dr. Megbel Abdalla, que determina que a prefeitura de São Luís devolva o dinheiro do recurso, referente aos três convênios (004/2009, 005/2009 e 007/2009 – ASSEJUR-SECID) celebrados entre Prefeitura e Governo do Estado, em 2009.
    A continuidade dos trabalhos se deve ao fato de o objeto de apuração não ser apenas o da devolução dos recursos e sim o esclarecimento de como o dinheiro dos Convênios foi gasto, já que as obras, as quais esses recursos eram destinados, Elevado da Forquilha e prolongamento da Avenida Litorânea não foram executadas, não havendo nenhuma explicação sobre o paradeiro destes recursos
    Além disso, a decisão judicial só reforça os trabalhos da CPI, pois, com a condenação do Prefeito Castelo para devolver os R$ 73.500.000,00, fica claro a comprovação que houve ilegalidade na celebração dos convênios, assim como nas transferências dos valores do Banco do Brasil para a Caixa Econômica Federal, e, portanto, existe a necessidade de apuração dos fatos para apontar os responsáveis pelo cometimento dessas ilegalidades.
    E como nós já estamos trabalhando com um objeto certo e definido, o do desaparecimento do dinheiro das contas-convênio do Banco Brasil e das contas da Caixa Econômica Federal, fato já constatado por rastreamento feito anteriormente com autorização judicial, nós aprofundaremos as investigações que já estão em curso em busca da elucidação das questões levantadas pela CPI, que são de interesse da população de São Luis e do Maranhão.
    Portanto, queremos deixar bem claro que a decisão do juiz Megbel Abdalla reforça a razão de ser da CPI e que nós continuaremos os trabalhos.

    São Luís, 13 de dezembro de 2011,

    Deputado Estadual Magno Bacelar – Presidente da CPI
    Deputado Estadual Rogério Cafeteira – Vice-Presidente da CPI
    Deputado Estadual Roberto Costa – Relator da CPI

    sábado, 17 de dezembro de 2011

    São quatro os deputados do Maranhão que fazem orgias em Teresina com prostitutas de menor idade

    A Políciai Civil do Piauí já tem os nomes e gravações de quatro deputados do Maranhão que se deslocam para Teresina e se esbaldam em orgias com prostitutas de menor idade.
    Dois deles tiveram os telefones grampeados e foram gravados em conversas com uma socialite daquela capital, encomendando as garotas.
    Três deputados são estaduais e tem até um federal. Um deles é esposo de uma prefeita maranhense e já foi acusado por prática de pedofilia em sua cidade.
    A Polícia de Teresina, segundo apurou o blogue, deve chamar os parlamentares para prestarem depoimerntos. O blog soube também que a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão será informada do caso.
    O blog teve acesso a dois nomes, mas não irá publicá-los neste momento para não atrapalhar as investigações.

    Morre o maranhense que mudou o Carnaval do Rio

    Por: Zeca Soares |
    O carnavalesco João Clemente Jorge Trinta, conhecido como Joãosinho Trinta, de 78 anos morreu neste sábado . Ele esatva internado desde o dia 3 de dezembro, em estado grave na UDI.
    Joãosinho Trinta apresentava “quadro de insuficiência respiratória e sepse, evoluindo com instabilidade hemodinâmica”.
    Em maio deste ano, Joaosinho Trinta ficou 37 dias hospitalizado com quadro de pneumonia e insuficiência cardíaca.
    Joãosinho Trinta estava no Maranhão atuando em projetos da Secretaria da Cultura para os 400 anos de São Luís, comemorados em 2012.
    João Clemente Jorge Trinta, o Joãosinho Trinta nasceu em São Luís, no dia 23 de novembro de 1933 é um artista plástico e famoso carnavalesco brasileiro.
    Até os 18 anos de idade viveu em São Luís do Maranhão, onde trabalhou como escriturário. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1951. Começou sua carreira carnavalesca no Salgueiro, onde foi campeão, como assistente, em 1965, 1969 e 1971.
    Após a saída dos carnavalescos Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues, foi promovido a carnavalesco da escola onde fez dupla com a artista plástica Maria Augusta no carnaval de 1973, com o enredo “Eneida: Amor e Fantasia”. Já como carnavalesco-solo ganhou o bi-campeonato em 1974 com “O Rei de França na Ilha da Assombração” e em 1975 com “O Segredo das minas do Rei Salomão”.
    Após divergências com a diretoria salgueirense, transferiu-se para a escola de samba Beija-Flor, onde deu seu toque de genialidade com enredos ousados e luxuosos que deram à agremiação nilopolitana os títulos de 1976, 1977, 1978, 1980 e 1983, além de vários vice-campeonatos, entre eles os de 1986 com “O mundo é uma bola” e o de 1989 com “Ratos e Urubus, Larguem a Minha Fantasia” gerando controvérsias com a Igreja Católica ao tentar levar ao desfile uma imagem do Cristo Redentor caracterizado como mendigo.
    Também foi campeão nos Grupos de Acesso com as escolas Império da Tijuca e Acadêmicos da Rocinha, além de ter feito carnavais para escolas de São Paulo.
    Após problemas de saúde transferiu-se para a escola de samba Unidos do Viradouro, onde ganhou o título do carnaval de 1997 com o impactante “Trevas! Luz! A explosão do Universo”. Teve passagem marcante na Grande Rio com o 3ºlugar inédito para a escola em 2003.
    Em 11 de julho de 2006, após sofrer dois AVCs (acidente vascular cerebral), foi internado no Rio de Janeiro e, vinte dias depois, transferido para o Hospital Sarah Kubitschek, de Brasília, de onde teve alta em 19 de outubro.
    Em 2006 se transferiu definitivamente para o Distrito Federal onde foi agraciado com o título de Cidadão Honorário de Brasília e em 2010, concorreu a deputado distrital, mas não consegui se eleger.
    Deputados do MA flagrados em prostituição no PI
     por 
    (18h30) Uma reportagem veiculada no Programa Bom dia Meio Norte desta sexta-feira (16),
    apresentado pelo jornalista Ieldyson Vasconcelos, mostra que uma das quebras de
     sigilo telefônico da Polícia Civil envolvendo uma mulher bastante conhecida
    em Teresina (PI), relata telefonemas de deputados do Piauí, Maranhão e Pará,
     solicitando festinhas privês em Teresina.
    Dois deputados jovens do Maranhão foram flagrados durante interceptação
     desses telefonemas. Eles saíam de São Luís, capital do Estado, com destino à
    Teresina em busca destas garotas.
    A descoberta que deputados maranhenses participavam de festinhas com
     prostitutas piauienses foi feita pela Polícia Civil durante as investigações sobre
    a morte da estudante de Direito Fernanda Lages, 19 anos, cujo corpo foi
    encontrado em agosto num prédio em construção do Ministério Público Federal
     na capital piauiense. Ai, ai, ai, ai… Clique e veja:



    Postado por PARNARAMA-MA "Noticias de todo Estado 

    Sobrinho quer R$ 20 mi por parte de ilha da Família Sarney

    Gustavo Macieira pretende vender 12,5% dos 16 milhões de metros quadrados da priopriedade no litoral maranhense
    Um sobrinho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiu colocar à venda, por R$ 20,2 milhões, parte da ilha de Curupu, uma paradisíaca propriedade do clã maranhense, com acesso pelos municípios de São José de Ribamar e Raposa, este a 20 quilômetros do centro de São Luís, a capital do Estado.
    O radialista Gustavo da Rocha Macieira, sobrinho do casal José Sarney e Marly Macieira Sarney, quer vender 12,5% da ilha, que, segundo ele, possui um total de 16 milhões de metros quadrados.
    O Estado foi informado do caso na última quarta-feira por uma pessoa próxima a Macieira, que ontem confirmou que nos próximos dias pretende publicar anúncios nos veículos de maior circulação do País. O local é um dos símbolos do poderio econômico da família Sarney. Trata-se, na verdade, de um complexo formado por três ilhas – sendo Curupu a maior –, que abriga mansões dos filhos do presidente do Senado e conta em sua área com manguezais e até um conjunto de dunas que fariam parte dos famosos lençóis maranhenses.
    “Tem gado que nunca viu gente, selvagens, criação de carneiros de raça, excelente para pesca. A praia virgem tem uma extensão de oito quilômetros. É um espetáculo”, afirma o radialista, que justifica a iniciativa de venda também pelo fato de se manter distante da família.
    “Eu preciso me capitalizar e não tenho nenhum vínculo lá com o Maranhão, nenhum negócio com a família. Então não tenho interesse em manter uma propriedade dessas.”
    O radialista, que trabalha na Espanha e em Portugal, diz que comprou sua parte do pai, Cláudio Macieira, já falecido. A ilha pertencia ao pai de dona Marly, Carlos de Pádua Macieira e seus irmãos, todos médicos.
    O casal Sarney doou 75% da propriedade aos três filhos – Roseana, Fernando e Sarney Filho. Os outros 12,5% pertencem ao espólio de Roberto de Pádua Macieira, outro irmão da dona Marly, que é a inventariante.
    Independência
    Macieira disse que há dois meses procurou, “por delicadeza” o tio em Brasília para informá-lo da decisão de colocar à venda parte do imóvel. “Ele me disse que (os filhos) Roseana ou Fernando entrariam em contato comigo. Aguardei por mais de um mês, mas não tive retorno. Aí fiz a comunicação como manda a lei através do cartório, dando a preferência de compra a cada um dos herdeiros e ao espólio do Roberto, irmão do meu pai, falecido recentemente. Esperei os 30 dias como manda a lei. Eles não se manifestaram”, afirmou. “Agora eu estou livre para vender para quem eu quiser.”
    Ele enxerga na atitude uma certa soberba dos políticos do Maranhão. “Como as pessoas costumam fazer muitos pedidos a eles, acho que jogaram com a possibilidade de eu usar esse recurso. Só que eu como meu pai, sou totalmente independente. Não tenho nenhuma ligação com cargo público, nem pretendo ter, não sou empreiteiro”, destacou.
    “Acredito que eles não se manifestaram, (porque) é aquela coisa: venha a nós… Acho que acharam que eu não levaria à cabo. Ou venderia por um preço que eles resolvessem impor.”
    Macieira afirma também que está ciente de que sua iniciativa poderá gerar represálias. Ele relata que contratou um corretor em São Luís e ele teve dificuldades em anunciar no jornal O Estado do Maranhão, que pertence ao grupo de comunicação da família Sarney.
    O anúncio, conforme o radialista, foi publicado, mas as imagens das casas e imóveis da ilha foram vetadas. “Isso é censura”, protestou. “É uma forma de represália.”
    ‘Fora da realidade’
    Para o sobrinho de Sarney, o “acesso a muito poder”, gera “esse padrão de comportamento”. “A pessoa fica fora da realidade, ela acha que tem poder sobre determinadas situações, e onde ela não tem. Ela é um cidadão como eu, como o senhor, como o seu João da Silva da esquina, no que se refere a direitos e deveres.”
    Segundo o radialista, a parte que lhe pertence na propriedade representa “fração ideal” da propriedade, o que significa que inclui porcentuais também dos imóveis.
    Macieira acredita que o terreno deverá atrair empresários interessados em investir em resorts ou condomínios na região da baía de São Marcos. Ele não informou se já há interessados.
    Procurado ontem pelo Estado, o presidente do Senado disse, por meio de sua assessoria, que não iria comentar o assunto. Sarney confirmou que Gustavo Macieira é seu sobrinho.

    Luciano cobra esclarecimento sobre o episódio da Lei do Babaçu


    Claudio Brito / Agência Assembleia

                   O deputado Luciano Leitoa (PSB) disse nesta quinta-feira (15), durante pronunciamento na tribuna da Assembleia, esperar que a Corregedoria da Casa, comandada pelo deputado Jota Pinto (PR) e pela deputada Cleide Coutinho (PSB), esclareça, de vez, antes do recesso parlamentar que começa no dia 22, o rumoroso episódio da alteração da lei do babaçu.
    Para o deputado, o Poder Legislativo estadual vive um momento extremamente delicado, por conta de supostos boatos, publicados em alguns setores na imprensa, insinuando que alguns parlamentares com assento na Casa retiram recebido dinheiro de empreiteiros para alterar a lei que proíbe da derrubada de babaçuais em todo o Estado do Maranhão.
    Luciano Leitoa espera que, ao final desse período legislativo, a Assembleia tenha uma aparência melhor perante a sociedade. “Tenho certeza que os deputados apontados no caso darão suas devidas explicações, para que não pairem dúvidas acerca do comportamento de nenhum deles, perante aos colegas e a própria sociedade, que cobra esclarecimentos”, afirmou.
    O parlamentar acha que cada um dos 42 deputados com assento na Assembleia quer o melhor para o povo do Maranhão. Leitoa prevê que no final das investigações promovidas pela Corregedoria, tudo ficará devidamente esclarecido, e será provado que a suposta tentativa de envolvimento de deputados no episódio da Lei do Babaçu não passou de mal entendido.
    EFEITOS DANOSOS
    Para Luciano, a revogação da Lei do Babaçu provocou efeitos danosos para a Assembleia Legislativa do Maranhão. “Foi como se esta Casa tivesse assumindo um culpa, perante uma grande problemática vivida pro todos os deputados. Espero que ao final do ano, saiamos desse parlamento saiamos com uma imagem melhor para a sociedade, que deposita em nós a confiança de dias melhores”, disse.
    Leitoa espera que o governo também colabore com os trabalhos da Assembleia, apresentando leis que favoreçam o Maranhão. O deputado informou que esteve recentemente no Pernambuco, onde o governador apresentou um projeto de lei de incentivo fiscal, para as empresas que queiram se instalar no Estado. O projeto estabelece que quando mais distante o município, maior é o incentivo fiscal